quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
O Habilidoso Garrincha!
Mané Garrincha estava se preparando para mais uma partida de futebol. Defender a seleção brasileira é o sonho de todo jogador dedicado. É considerado o auge da carreira. Muitos atletas se preparam muito para conquistar este feito. E se jogar bem vai ser considerado um herói nacional. E Garrincha estava ciente de tudo isso. E tinha muito talento para ser um excelente jogador de futebol. Podemos considera-lo um dos melhores do mundo. Então foi dito que ele deveria fazer uma coisa muito fácil, ao receber a bola. Deveria driblar todos os jogadores ir até a linha de fundo e cruzar a bola para o Pelé fazer o gol de cabeça.
Então garrincha ironicamente perguntou:
- Você já combinou isso com os adversários?
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Papai! Eu quero a lua de presente!
Em um reino muito... muito distante... Depois de um grande vale! Onde a natureza era formosa e fantastica.
Havia um rei muito... muito preocupado.
Sua filha estava fazendo aniversário.
O rei querendo agradar sua querida filha perguntou:
- Eu lhe dou tudo o que seu coração quiser, seu aniversário é a coisa mais importante deste reino...
- Seu coração quer alguma coisa?
- Sim! - Disse princesa.
- Então o que você quer de aniversário?
- Quero a lua. Disse a princesa muito animada com seu pai. Dando pequenos pulos e batendo fracas palmas. Com um grande sorriso. Depois do sorriso, ela levemente se inclinou em direção a seu pai e arregalou os olhos demonstrando expectativa.
Como rei queria impressionar a princesa disse que daria a lua para ela.
Então, o rei foi rapidamente para seu trono e chamou o conselheiro real.
O conselheiro do rei sempre estava ajudando o rei nas mais variadas situações. Mas não sabia que este era o maior desafio da sua vida.
E o rei disse:
- Minha filha está fazendo aniversário. Vou fazer uma grande festa, e a minha filha pediu de aniversário a lua.
- A lua? - disse o conselheiro arregalando os olhos... Impressionado com o pedido do rei e da princesa.
- Sim! A lua! Disse o rei.
- Mas, é impossível...
- A lua fica a 55.000 quilômetros daqui... é maior que o quarto da princesa. Além de ser feita de cobre.
- Conseguir a lua?... é impossível!
Então o rei falou: - E agora? Então rei pediu ele sair da sala. Dispensou sua ajuda e mandou chamar o sábio real.
O sábio real cuidava dos livros do reino. Era na biblioteca que havia todo conhecimento do reino. E o rei imaginou que o sábio deveria ter lido algo a respeito. Se os gregos tinha calculado o raio da terra, então o sábio deve saber muito sobre a lua.
Quando o sábio do reino soube do que o rei queria ficou branco como a lua.
Então, o sábio disse:
- Mas, é impossível... A lua fica a 250.000 quilômetros daqui... é maior que esse palácio . Além de ser toda feita de queijo.
O rei ficou muita preocupado e pediu para ele se retirar.
Depois, chamou o matemático real.
Como o matemático real sempre estava fazendo as contas dos impostos, e das fases da lua para a plantação real. E fazia contas também das colheitas. Considerou que ele teria a resposta para a questão que estava desafiando todo o reino.
Então o matemático real disse:
- Mas, é impossível... A lua fica a 500.000 quilômetros daqui... é maior que todo esse reino. Além de ser toda feita de cimento. Deve pesar muitas e muitas toneladas.
- Conseguir a lua?... é impossível!
O rei ficou muito triste e não sabia o que fazer pediu para que ele também se retirasse da sala. Depois chamou o bobo da corte.
O bobo chegou alegre e saltitante... Era a única pessoa em todo o reino que podia contrariar o rei. E ainda o rei dava risada.
O bobo da corte fitou o rei e observou que o rei estava apreensivo, algo estava incomodando o rei. Sabia que festa de aniversário da princesa estava se aproximando, e isso era o assunto de todo o reino.
Então pegou o seu alaúde e fez de improviso uma pequena canção que incentivava o rei perguntar para a princesa sobre o seu aniversário. Muitas das resposta estão em nós mesmo.
A questão é descobrir de que tamanho a princesa acha que a lua é, e a que distância se encontra. E a princesa devia ter a resposta.
O rei pediu para que o bobo da corte se fosse embora e foi correndo perguntar para a princesa. Chegando nos aposentos da princesa, ela disse:
- Você trouxe a lua para mim?
- Ainda não? Mas vou consegui-la.
- Filha! De que tamanho você acha a lua é?
- Ah! A lua é um pouquinho menor que a unha do meu dedo...
Fazendo o sinal de positivo para a lua, igual ao pintor real. Que fez um lindo quadro da lua. Que o rei colocara no salão principal do castelo.
- Porque quando a coloco na frente da lua, o dedo cobre direitinho...
- E a que distância ela fica?
- Não fica muito longe... As vezes fica presa nos galhos mais altos dessa árvore do jardim real. Então é só alguém subir lá e pegar a lua para mim.
- Ah! Mais uma coisa... A lua é feita de quê, princesa?
- Ah! Papai... a lua é feita de prata, é claro. Veja o brilho dela!
O rei então foi correndo até o joalheiro real e pediu-lhe que fizesse uma luasinha redonda de prata, só um pouco menor que o polegar da princesa. Depois pediu que a pendurasse numa corrente, para que a princesa pudesse usá-la no pescoço.
Porém, o rei continuava muito... muito preocupado.
Então, o rei logo chamou o conselheiro real.
- Precisamos esconder a lua, disse o rei.
- Se a princesa ver a lua no céu vai descobrir que não pegamos a lua para ela.
- Você precisa impedir que a princesa veja a lua brilhar no céu novamente. Pense em alguma coisa.
O conselheiro pensou... pensou... e depois falou: - Já sei!
Ordene que a noite não saia do seu quarto e que tem que ficar com a janela fechada.
O rei ficou muito pensativo:
- Vou ter que impedir a minha filha de participar de sua própria festa de aniversário? E as outras festividades? É impossível fazer isso!
O rei ficou mais preocupado e sair pediu para ele da sala.
Depois chamou o sábio real.
- Precisamos esconder a lua, disse o rei.
- Se a princesa ver a lua no céu vai falar que não presenteamos a lua para ela e vai ficar muito triste e isso eu não posso admitir...
O sábio pensou... pensou... e depois falou: - Já sei!
- Vamos fazer grandes cortinas de veludo negro para colocar em todas as janelas palácio assim ela não poderá ver a lua.
O rei ficou muito espantado com a sugestão do sábio:
- Assim o ar não vai entrar e vai ficar muito quente. É impossível fazer isso. E se ela der uma espiadinha?
Então o rei ficou muito mais preocupado e mandou ele sair da sala. Depois chamou o matemático real
- Precisamos esconder a lua, disse esperançoso rei.
- A princesa não pode ver a lua no céu nunca mais. Pois o artesão já fez o presente.
- Você precisa impedir que a princesa veja a lua brilhar no céu. Pense em alguma coisa rápido.
O matemático pensou... pensou...calculou..calculou... e depois falou:
- Já sei! Vamos soltar fogos de artifício todas as noite no jardim real assim ela não vai enxergar a lua com tanto brilho no céu.
O rei ficou perplexo, disse:
- Com essa barulheira toda ninguém vai conseguir dormir. E isso vai custar muito caro. E vou ter que aumentar os impostos. E isto eu não quero fazer. E o dia que não conseguirmos usar os fogos de artifícios, ela vai descobrir.
O rei desanimado pediu ele sair da sala.
Então, chamou o bobo da corte. Para ele alegrar o rei, pois a situação estava mais difícil.
O bobo chegou alegre e saltitante como sempre... . Ao entrar na sala percebeu que o rei estava triste. E sabendo que o aniversário da princesa estava se aproximando, deduziu que este era o problema que estava preocupando o rei.
Então com o seu alaúde, como aprimorou a musica que tinha feito anteriormente. E tocou e cantou para o rei.
Como esta sugestão o rei foi até os aposentos da princesa. Ao entrar a princesa perguntou sobre a lua.
Então o rei disse a princesa: - Se eu der a lua para você, meus súditos irão ficar sem a lua. E eles precisa da lua para iluminar a noite. E o que eu faço minha filha?
A princesa olhou e riu...
-Ah! Papai sempre preocupado com o reino.
-Então não sabe?
-A lua é como os dentes de leite...
- Quando um cai outro nasce no lugar!
domingo, 25 de outubro de 2015
Plantando a Corrupção!
Plantando a
Corrupção!
Plantando a Corrupção! A corrupção é um dos grandes problemas no Brasil.
Poderíamos falar do mundo, mas o Brasil neste sentido vem demonstrando uma
grande capacidade em praticá-lo. E a corrupção é crescente e ativamente
participante nos mais variados contexto social. Este assunto é complexo e
desafiador. Um dos indicativos que existe em uma sociedade onde a corrupção
está em todo lugar é a grande quantidade de lei que se é obrigado a fazer para
tentar frear este problema sério. Poderia usar o termo combater, mas esta fase
já passou, pois a corrupção veio pressionando até derrubar o "muro"
da moral. Outro termo que ficou desatualizado é o termo inibir. Depois que a
corrupção se vinculou ao ser esperto, não tem o porquê pensar assim. O
marketing conseguiu mascarar muito bem a corrupção. Vou fazer isso e ponto.
Eles que provem que estou errado. Nesta fase o que você fala não é tão
importante de que como você fala. A ética também foi defendida de outra forma. Foi
adaptada a situações que dificilmente se consegue perceber. Seguindo a
derrubada do "muro", pois a moral está longe de ser praticada. Pois,
a corrupção também exige uma suposta coerência. Então usei o termo frear, mas
já sabendo que também é um termo superado, pois a força da inércia faz que seja
necessário um freio mais forte. E este freio também não conseguiu nem diminuir
a velocidade. A corrupção vem com toda força. A corrupção é tão forte no Brasil
que muitos já estão preparados para usufruir de seus supostos benefícios. É
comum muitas pessoas dizerem:
— Todo político é ladrão. Não tem jeito, então se eu estivesse lá também
roubaria.
É lamentável este tipo de pensamento, pois neste cenário é difícil uma
mudança real. Mas, todos querem que o Brasil mude, pelo menos o cidadão comum.
Mas porque a corrupção cresce abundante no Brasil? Existem várias aspectos que
devem ser considerados. Que existem vários seres humanos que refletem e suas
opiniões acertadas estão a disposição de todos. Mas quero contribuir. Existe
uma definição confusa sobre este tema e suas influências. É como um vegetal.
Existe vegetal que são consideradas ervas daninhas, mesmo elas tendo flores. E
a mesma planta em outro lugar, outro país por exemplo, não é considerado erva
daninha. E nestes lugares existem pessoas bem formadas que defende a sua
posição. Uns afirmam que é erva daninha e outro não. É lógico que este exemplo
é só para ilustrar que esta confusão pode ser usado por muitos com má fé para
de alguma forma locupletar-se. E com este modo de pensar em relação a ganhar
benefícios, pode-se usar várias atitudes entre elas a corrupção, mas camuflar é
uma opção muito usada. E com seus oradores para defender seus pensamentos. Esta
confusão é um dos indicativos que podemos perceber que contribui para a
existência da corrupção até mesmo seu desenvolvimento. Mas esta confusão não é
seu apogeu. Mas é o seu potencializador! Nós estamos na época de pessoas
erradas em cargos certos. Esta é a questão do momento! Por exemplo, um cargo
certo é a profissão de juiz de direito. Já imaginou uma sociedade sem esta
profissão e seus parceiros? Sem advogado, promotor....O que teríamos é muita
injustiça. Uma sociedade sem jornalista? A importância da informação e de sua
divulgação é imprescindível. Sem cientistas das mais variáveis áreas do
conhecimento? Como desenvolveríamos e refletiríamos sobre tudo.... Professor, pedagogo,
filósofo, policial e médico nem vou tocar no assunto, pois não precisa. Todos
sabem da sua importância. Os cargos em sua grande maioria são certos, o que é errado
é a pessoa que exerce este cargo. Pessoas erradas em cargos certos é uma
catástrofe comparável a erupção de um vulcão, um terremoto ou maremoto....
Também podemos comparar com uma epidemia! Talvez esta comparação é melhor!
Vamos a uma ficção. Embromeiro era uma pessoa muito simpática. Fazia
amizade muito fácil. Era uma pessoa muito simples, de uma família também
simples. Ele vinha conversar com um estudante, uma pessoa que gosta do
conhecimento. Sempre estava pesquisando algo. E Embromeiro vinha conversar
sobre ciência e atualidades. Como era a ciência e o que tinha a oferecer, pois
as conversas iniciais despertou a sua curiosidade. No começo era só conversar
sobre ciência. Depois o foco não era mais esse. Já era ganhar conhecimento sem
pagar, a amizade se transformou em interesse. Na verdade, nunca houve amizade
por parte do Embromeiro. Amizade que nunca existiu! Talvez esta é uma outra
confusão que existe hoje em dia! Embromeiro já experimentou drogas e até chegou
a usar armas, pelo menos é o que dizem. Depois de algum tempo foi percebido
pelo estudante que ele queria tirar proveito de tudo, principalmente para
dinheiro e status. Mas de maneira errada. Então o estudante começou a conversar
sobre questões éticas. Para ver se conseguia salva-lo do vício da corrupção.
Com muito esforço ele começou a entender, mas sua tendência era usar da mentira
para conquistar seus objetivos, e o pior é que ele gosta de mentir. É como se
fosse um vício. Sempre como uma mentira preparada e o pior é que ele também
atuava, era um verdadeiro ator, fingia muito bem. Estava tudo dando certo,
mesmo com algumas derrapagem, algumas quedas, que quem vive está sujeito. E
como Embromeiro não entendia muito bem o que era ética na prática, contava seus
feitos para o estudante, mas como a sociedade aceita certas coisas, como a
esperteza, ficou mais difícil me fazer entender, e como ética é um assunto
polêmico pode confundir as pessoas. Então Embromeiro se sentia um vitorioso.
Quando estava as coisas caminhando bem, ele assistiu um curta metragem, acho
que o nome é, o homem que fala javanês. É um curta muito bem produzido. Gostoso
de assistir, os atores são excelentes. Neste curta, conta a história de um
senhor que tem um livro escrito em javanês e que contratara uma pessoa que
finge saber que sabe javanês e engana muito bem este senhor e se dá muito bem.
O estudante percebeu que este filme ajudou Embromeiro a aceitar o que a moral e
a ética é extremamente relativa. E que se fosse para ele se dar bem, não tem
mal nenhum nisso. Nesta questão foi conversado muito sobre o assunto. Ele
querendo defender e o estudante ensinava que é uma postura anti-ética. Mas como
ele levava estas conversas para outras pessoas e estas outras pessoas era mais
importante, pois o estudante só servia para conversar sobre assuntos que ele
não encontrava pessoas para conversar. Não há muitas pessoas interessadas em
conversar sobre o conhecimento. Resultando em uma amizade anti-ética, então não
era um amigo. Sua tendência em mentir era muito forte. Mas, estudante conseguiu
um suposto sucesso. Foi naquele momento uma vitória importante. Daí ele
conheceu o livro de Maquiavel, O Príncipe. Neste livro ajudou o Embromeiro a
continuar atuando. A hipocrisia não o em como dava mais. O estudante tentou
conversar sobre este assunto, mas ele afirmou que se não matar, roubar e
traficar está tudo bem. Depois de algum tempo, ele conheceu a história de um
professor de sucesso, que se descobriu professor em um seminário na sua
juventude, onde ele mentiu para conseguir sentir-se bem, para prolongar mais
este momento. Então sua tendência que lhe dava prazer se transformou em uma
decisão racional. O estudante tentou trazer para ele algum conhecimento
religioso. Era uma tentativa de trazer a moral e a ética para a sua vida, mas
como muitos religiosos mentem para ganhar dinheiro, é assim que Embromeiro vê
as religiões. E como disseram para ele coisas mentirosas sobre religião e
principalmente sobre o cristianismo, ele descartou este tipo de conhecimento
rapidamente. O estudante tentava levar ele para o bem, mas outros faziam a sua
cabeça para ele ir para o mal. Na cabeça dele, pessoas honestas são pobres e
sem status... Ele tinha uma teoria da corrupção com o curta metragem do homem
que falava javanês. Tinha em Maquiavel a reflexão. Também tinha a história mal
interpretada do professor. Tinha também exemplos de religiosos e políticos que
ganhavam muito dinheiro. Considerando também outras pessoas mais simples que
também contara a ele seus exemplos de mentira que resultava em um suposto
sucesso. Foi o caminho que decidiu trilhar! Talvez tenha algum suposto
professor envolvido. Talvez alguém que acredita que as coisas têm que ficar
ruim para depois ficar boa. Ele, se não é, vai ser uma pessoa errada em cargo
certo. E o que o Brasil não precisa é de pessoas erradas em cargos certos.
Pessoas assim nunca podem ser um líder. Liderança é para pessoas que baseiam
suas vidas em valores e integridade. E verdadeiros líderes estão escondidos por
aí. Não tem oportunidade de crescimento, pois não são corruptos. Se o Brasil
quiser combater eficiente e eficazmente a corrupção. É este o ponto. Pessoas
erradas não podem estar em cargos certos. Atualmente vemos muitos exemplos de
pessoas erradas em cargos certos! E a confusão é total, a injustiça está
presente em todo lugar. "Quando o iníquo governa o povo pranteia."
Talvez podemos classificá-los com deslíderes!
domingo, 30 de agosto de 2015
Os Quatros V. Mais Um.
Quando entramos em uma loja de roupas observamos que há várias formas de exposição. Uma delas é uma mesa, em algum lugares junto a mesa há um banco também. E nesta mesa é colocada várias peças de roupa. Com um preço convidativo. As empresas que usam este modo de exposição utilizam como estrategia os quatro V. É uma proposta de marketing para aumentar as vendas deste produto.
O primeiro V é Variedade. Nesta mesa é colocada várias peças de roupa, porque a variedade ajuda o cliente em sua escolha. Não tem sentido colocar uma mesa cheia de roupas iguais. Se isto acontecer dá a impressão que não estão conseguindo vender então colocaram lá. Então a variedade é importante Principalmente quando a várias cores, tamanho e tipo.
O outro V é o volume, este item também é importante porque quando se tem poucas peças dá a impressão que são peças de roupas que não conseguiram vender então colocaram na mesa para expor e se der sorte vender. E isso é o que o pessoal do marketing não quer. Então a quantidade destas peças de roupa é importante.
O próximo V é o visual. Para esta mesa de exposição de peças de roupa ser convidativa necessita também de um visual, as roupas tem que estar dobradas e organizadas em pilhas. Para formar estas pilhas devem considerar cores e tamanhos. Roupas jogadas demonstra que a empresa não está muito preocupada em vender. Está expondo por expor. Se vender vendeu se não vender, tudo bem. E esta impressão não ajuda as vendas e também não contribui para o cliente fazer a sua escolha.
O último V é o valor. O valor também tem que ser convidativo. Preços elevados não são utilizados neste tipo de exposição. O preço deve ser um convite para o cliente não pensar muito e comprar logo. Pegou e levou. E se a roupa for de qualidade é atrativo a mais que vai convidar o cliente a voltar para comprar mais. Então na verdade são cinco V e não somente quatro. Todo este trabalho para o cliente não voltar é um trabalho oneroso e sem propósito.
Então estes quadro Vês tem que resultar em o quinto V, que é a volta do cliente. O voltar, pois se não voltar não tem sentido todo este trabalho.
domingo, 16 de agosto de 2015
Aqui se Faz. Aqui se Paga.
É muito comum as pessoas afirmarem quando acontece alguma coisa errada:
— Aqui se faz aqui se paga!
É quase uma exigência da vida que o revide aconteça. Também é percebido
que quando este retorno acontece um ar de satisfação toma conta da pessoa. Só
faltam soltar fogos e festejar. Mas na verdade isso raramente ocorre. Na
verdade nunca acontece. Nada na vida garante que uma pessoa vai pagar por que
fez algo considerado errado. Desconsideram quando há um crime e há prisão e
julgamento. Se isso fosse verdade a violência iria diminuir constantemente
porque era sabido, notório e percebido por todos que o pagamento viria. Mas a
violência e suas mais variadas formas é crescente. Este tipo de pensamento
funciona mais como um anestésico para se suportar algo de ruim. Então se fala:
— Aqui se faz. Aqui se paga.
Um exemplo muito claro que não se paga o que se faz, é o Hitler.
Responsável por várias batalhas e por fim a segunda guerra mundial. Morreram
três milhões de homens. Somente homens, mulheres foram dois milhões. Até as
crianças não escaparam de sua maldade, foram um milhão. Estamos considerando
somente os judeus, se formos além iremos encontrar um número muito maior cerca
de dezessete milhões. Mesmo que Hitler tenha a doença mais forte que existe, ou
somando várias doenças, nunca irá pagar por estas vidas aqui na terra. Estamos
considerando somente a vida física, fisiológica, se considerarmos que seres
humanos dotado de habilidade, dons, capacidades, inspirações, talentos e etc é
incalculável a perda para a pessoa, para a família para o país e para o mundo.
Religiosos, cientistas, artistas e estudiosos não foram poupados. Quando
afirma que este pagamento está relacionado com o que se fez. É somente uma racionalização
e nada mais. Outro exemplo é o de Josef Stalin durante seus trinta anos de
governo a estimativa é que ele matou de vinte milhões a quarenta milhões de
seres humanos. A responsabilidade pelas mortes é intransferível, pois como
líder poderia ter feito diferente. Um dia depois de jantar e assistir um filme,
foi para sua casa e retirando-se para dormir e não saindo no horário usual.
Quando entraram em seu quarto encontraram ele caído no chão e falando coisas
inteligíveis, depois de quatro dias ele morreu. Uns dizem que ele teve um
hemorragia cerebral (derrame) outros dizem que morreu de causas naturais. Até
foi considerado morte por envenenamento. Veneno que resultou no derrame. Sua
morte não foi conseqüência do que fez. Muitos outros foram envenenado não sendo
governante, e não sendo responsável por muitas mortes. Muitos de nós conhece
alguém que teve hemorragia cerebral e esta pessoa pode ser boa ou não. Se for
boa, falaram que ele não merecia e que é fatalidade da vida, ou que a hora dele
chegou. Se for mal dizem que está pagando por sua maldade. Só que outros ainda
afirmam que coisa ruim não morre. Poderíamos citar outros governantes como
Leopoldo ll da Bélgica responsável pela morte de quinze milhões de seres
humanos. Temos os matadores em série, um exemplo é o de Jack, o estripador que
matou provavelmente onze mulheres, certeza de cinco. E nunca foi preso, não
pagou nada por ter assassinado destas mulheres. Podemos citar também os
políticos corruptos, pois o desvio de verbas públicas, que é um roubo,
prejudica a sociedade. Os desvios de dinheiro destinados aos hospitais, causam
a morte de muitas pessoas. Pode até acontecer que morreram pessoas que
praticaram o mal, mas também morreram pessoas que não praticaram mal nenhum.
Pessoas que não mereciam morrer por causa de falta de recursos. Se o
aqui se faz, aqui se paga fosse uma lei, não precisaríamos de polícia e nem de
advogado, promotor de justiça e juiz de direito, pois a vida naturalmente iria
fazer a justiça divina. Para que gastar uma grande quantidade de dinheiro em
algo que se faz naturalmente? E gastar dinheiro com prisões sendo que a pessoa
vai pagar na vida. Vamos deixar isso ocorrer naturalmente. Mas é sabido de
todos que este pensamento do que se faz e aqui se paga não é verdade, e muitos
escapam como citamos acima.
terça-feira, 28 de julho de 2015
Empresa e seu Banheiro Sujo
Um estudo sério demonstrou que uma empresa que tem o banheiro sujo significa que ela pode não cumprir com suas obrigações. Ela pode desde não pagar direito os funcionários, como pode também não pagar os impostos, e ainda também pode não cumprir contratos com fornecedores, clientes. Vai criar algum prejuízo para alguém. Uma empresa que não se interessa por higiene não vai se importar com outras coisas, outros temas. Este banheiro sujo pode significar os pre-suposto desta empresa, ou seja, ela pode mesmo com um discurso bem elaborado, com um marketing impecável procurar enganar, pois é este seu objetivo. Não quer ver seus clientes satisfeito, por exemplo, quer ludibriar. Também pode significar um inconsciente, isto quando a sujeira de suas ações não é totalmente consciente, de modo que estão irá planejar tudo para enganar alguém. Cambalacho é seu lema.
Uma empresa que tem o banheiro limpo não significa que será melhor do que a empresa que tem o banheiro sujo. Ela deveria ser o oposto, mas pode não ser. Uma empresa que tem o banheiro sujo deve ser evitada, mas, a que tem o banheiro limpo, tem que ser melhor investigada, pois pode também dar prejuízo, talvez pode-se descobrir que a melhor opção é procurar uma outra empresa com o banheiro limpo. A observação do banheiro pode ajudar a ganhar tempo, pois se o banheiro estiver sujo, é o convite para procurar uma outra empresa.
O banheiro sujo é indicativo que esta empresa, além de não se importar com a higiene, e se não se preocupa com a higiene, também não se preocupa com a saúde. Também terá dificuldade de se organizar, não sabe lidar com seus custos. Em muitos casos não se importa com o cliente ao atende-lo.
Numa época de uma certa instabilidade econômica é muito fácil manter o banheiro limpo. Na década de 1980 e começo da de noventa é impossível uma repartição pública ter papel higiênico para o cidadão. Nas escolas públicas então era impossível ver papel higiênico nas banheiros dos alunos. Era mais fácil você ver um personagem fictício ou presenciar uma lenda urbana do que ver o papel higiênico. Papel higiênico era mito.
Estamos em uma época que a inflação e desemprego está voltando. Então vai começar a desaparecer o papel higiênico dos banheiros. Esta não instabilidade econômica vai revelar as empresas que não são higiênicas, que não se importa com a saúde. E se não se importa com a saúde, não se importa com a vida. Estas empresas não irão se importar com seus clientes, que é uma atitude não inteligente. Que tem uma má gestão de suas atividades profissionais. Podemos até dizer que serão em muitos casos imorais, anti-éticas. Acho que isso não é novidade, mas se podermos eliminar algumas facilita para nós este tipo de atividade.
Já está acontecendo em shopping, estão desativando alguns banheiros para cortar gastos. Cortar gastos com higiene, é complicado. Esta foi o primeiro indicativo do que vai vir pela frente. Banheiro sujo empresa suja....
quinta-feira, 16 de julho de 2015
O X Está Aqui!
Quando Aludiano chegou em casa, a sua mãe perguntou se acertou o exercício da prova de matemática. Ele afirmou que não, mesmo encontrando o resultado. A professora disse que eu não tinha encontrado o X. Mas, eu tenho certeza que encontrei. O X está aqui disse eu a professora, mostrando com o dedo o X.... Sua mãe escutando atenta a seu filho.
Mas, quanto vale este X? Perguntou a professora para mim. Então e olhei para a professora e disse:
- Quanto vale o X? Era isso que tinha que fazer na prova?
A professora com um olhar de superioridade disse:
- É para isso que serve a prova, mostrar que você sabe o resultado.
- Então tinha que encontrar o X, é isso? Eu disse para a professora esperando o que ela ia falar.
- É lógico! Afirmou a professora finalizando o diálogo.
Mas eu disse para ela:
- Mas professora, o X está aqui, eu encontrei e merece certo nesta questão. Eu até me levantei da cadeira e mostrei novamente o X para a professora.
A professora me disse, encerrando a questão:
- Não merece certo porque você não sabe qual o valor de X.
Então a mãe de Aludiano disse:
- Foi então o que aconteceu, mas a professora não sabe que encontrar é diferente de calcular. E a professora deixou você sem luz.
Então Aludiano disse a sua mãe:
- Quem merece zero é ela e não eu! Ela poderia ter me dado nota cinco!
- Pois é! Disse a mãe.
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