sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Como Saber se uma Empresa é Boa para se Trabalhar

Hoje em dias as empresas prometem muitas coisas para as pessoas que pretende trabalhar com eles. Prometem "mundo e fundos". Geralmente ele falam que pagam um ótimo salário e uma ótima comissão. Também seus benefícios são os melhores. O plano de carreira é o melhor que existe. E a empresa sempre dá ótimas oportunidades. Também sempre se mostram como uma empresa ética, repeitadora dos direitos humanos, que não aceita nenhuma foram de corrupção e suborno.
Afirmam que não é só uma empresa, é uma grande família. Mostram vídeos de depoimento de funcionários felizes. A impressão que passa é que estes funcionários só descobriram a felicidade quando foram trabalhar nesta empresa. A vida destas pessoas só tiveram sentido quando a empresa fez o favor de contratá-lo para trabalhar na empresa. Participar do quadro de funcionários é a melhor coisa que pode acontecer a um ser humano. É equivalente a ganhar o oscar ou o prêmio nobel. Para os menos capacitados ganham o prêmio jabuti. Mas, conversando em ocasiões foram do contexto do trabalho observaremos que as coisas não são bem assim. E se fizer uma pesquisa descobriremos que a quantidade de processos que existem contra a empresa é enorme. Isto é muito ruim, então é lógico que querem fazer acordos para diminuir a insatisfação do funcionário. E está aí a reforma trabalhista, para ajudar a realidade a se conformar com o marketing.
Mas, como saber se uma empresa é assim antes de participar de sua realidade? Já que a justiça irá defender a empresa. Acordos verbais terão mais importante do que a lei.
É só você entregar um currículo azul escuro, quase preto. Se seu currículo for compatível com a vaga, não é a cor do currículo que irá impedir de você participar do processo seletivo. Pois, se eles não te chamarem significa que eles julgam o livro pela capa. Não dão importância para o conteúdo do seu currículo. Significa que esta empresa pode até ter tudo o que a propaganda diz, mas não será a sua capacidade que dará importância para um plano de carreira, pois os critérios não será honesto. Este plano de carreira será para alguns. Talvez podemos identificar que o poema, Vou-me Embora pra Pasárgada, do grande poeta Manuel Bandeira, não é só um poema legal e interessante, é um fato. Se você não for amigo do rei, não poderá reinar. Mais, uma dica que o mentir com boas palavras está na moda em muitas empresas!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Você Foi Selecionado?

É só anaisando estes processos que aprendemos que a exclusão é o dilema deles. A criatividade para isto é constante, pena que não é para o oposto. Mentir com belas palavras é o que usam para camuflar a exclusão. Infelizmente a nossa sociedade está pautada nisto, mentir com boas palavras. Neste processo aconteceu muitas coisas para analisar.
Depois de uma das fases do processo seletivo para um emprego, tinhamos que responder um questionário que estava escrito que não existe resposta certa ou errada. Um questionário psicológico, se não tem resposta certa ou errada então porque perguntaram? Será que eles gostam de perder tempo? Ou querem enxer linguiça? E se houve pessoas que não passaram para outra fase então significa que existe sim resposta certa ou errada. Já nisso vemos que é a primeira mentira com boas palavras.
Depois foi dito que deveríamos levar um diploma ou certificado de conclusão de curso superior ou um documento que se está estudando. E tinha que levar uma cópia. E muitos tiveram que providenciar este documento na última hora. Só que durante o processo seletivo eles não fizeram nada a respeito. Só pediram por pedir. E esta atitude é muito ruim pois e se acontece alguma coisa que a pessoa perde o diploma, como ser assaltada. Ele não ajudarão a tirar um outro diploma. Pedir algo que não vai usar não é uma atitude correta. Talvez eles não acreditaram que algum candidato tenha curso superior então pediram. Não quero acreditar que eles abriram a pasta de alguém para ver o documento. São tantas coisas erradas que até pensamos nestas coisas. Mas não duvido!
Quanto estávamos na sala havia várias pessoas para nos analisar. Tanto pessoas do RH e outros da empresa que estava contratando. E alguns deles estava com as pernas cruzadas, e sabemos que esta atitude significa recusa, significa que alguém já tinha sido despensado antes mesmo de começar o processo. Até mesmo os braços foram cruzados. Quando o processo estava em andamento comecei a observar mais os selecionadores, e alguns estava analisando o exterior,igual a julgar o livro pela capa. E só estavam esperando quanquer deslise para dispensar o candidato, pois na verdade este candidato já estava recusado. Só precisava de um motivo. É a regra do muro branco com uma pinta preta. Eles não procuram ou consideram o muro, ficam procurando o ponto preto. Para dizer, olha aqui o ponto preto.
Quando fomos nos apresentar. A selecionadora disse que iria fazer uma coisa diferente, não seria o que estamos acostumados a fazer. Que é chato. Que é dizer o nome, idade, escolaridade, aonde mora e experiência profissional. Seria algo mais legal, nós iríamos falar o nome,idade, ecolaridade, onde mora e experiência profissional. Só que para nos ajudar iriamos responder três perguntas como o que aprendemos, o que levamos e o que pretendemos. Quer dizer foi a mesma coisa, mas ela disse que seria mais legal, ou seja, uma outra forma de camuflar a mesma coisa.
Depois que o resultado saiu, a selecionadora que conduziu todo o processo disse que não é porque não passamos que não somos bons candidatos. Nossa que legal; as pessoas não querem querem ser contratadas elas vão para um processo seletivo para ser bons candidatos. Não sei o que é pior ela ter falado isto ou nós termos que escutar. E que queriam que levássemos esta experiência para toda a vida. Levar o que? Uma forma camuflada de exclusão. De mentira com boas palavras. Acho que as pessoas não precisam deste tipo de experiência.
Ela também tentou manipular dizendo que é difícil selecionar alguém. Para mim foi bem fácil, pois alguns já foram excluido logo no início. Outros foram julgados pelo exterior, então sobrou os que foram aceitos. Bem fácil. Mas, ela pediu para agente escolher alguém que contratariamos e quando falamos e cada um escolheu alguma pessoa diferente um dos outros. Ela usou isto para tentar converser que os selecionadores também tem suas escolhas pessoais e que isso não se pode abrir mão.
Primeiro, os selecionadores tem treinamento para fazer a seleção, e os candidatos não. Então aqui já percebemos que esta comparação é descabida. É pura manipulação. Na questão que não se pode abrir mão de nossas escolhas pessoais é uma questão muito complicada. Pois, o que nos torna seres humanos é justamente abrir mão de nossas inclinações. Se formos agir por extinto estamos negando toda a nossa humanidade e também nosso ser. Já pensou se todos agirem somente de acordo com suas inclinações. O mundo seria uma grande barbárie, confusão e tristeza. Um selecionador tem a inclinação de escolher uma pessoa, mas percebe que uma outra iria vender mais. E por aí vai, negar as nossas tendência muitas vezes é o que prova que somos seres humanos, pois é aí que promovemos um grande desenvolvimento para nós mesmos. É por isto que existem as metas. E também se não abrirmos mão de nossas escolhas nunca deixaremos as pessoas a nos surpreender. Pois se temos umjulgamento justo e depois forca. Se perde a oportunidade de nos surpreender. Não podemos fazer do mito da caverna uma realidade.  E ela ainda tentou fazer a gente aceitar que a palavra do processo que deveriamos levar conosco é a palavra respeito. No começo eu pensei que era uma piada. Uma piada sem graça.
Está de brincadeira, respeito a quem? Não aos candidatos, pois vemos que aconteceu um desrespeito camuflado, uma mentira com boas palavras. Eles até são capazes de colocar alguém como candidato para tentar defender o pessoal que seleciona como pessoas tão boazinhas.

sábado, 29 de julho de 2017

Estado, Luta e Violência

Recentemente estava eu voltando para casa de uma atividade quando estavam algumas crianças brincando de luta. Pareciam que estavam se divertindo. Ao olhar ao redor muitas pessoas estavam olhando a brincadeira das crianças.
O interessante é que estas crianças faziam seus movimentos com destrezas. Estava muito claro que eles já brincavam desta forma a algum tempo. E seus golpes não eram de uma pessoa que não conhecia nada. Dava a impressão que eles faziam aula de alguma coisa, algum tipo de luta. Não tinham coordenação motora de alguém que não sabia de nada a respeito. E ao redor existem três instituições que oferecem aulas de várias lutas gratuitamente. E quantas aulas estas instituições oferecem de arte, música, reforço escolar e até mesmo empregabilidade?
Fiquei pensando, já que estas crianças estão aprendendo a lutar e este aprendizado está mesmo sendo eficiente, pois eles podem estar aprendendo também a brigar. E todos sabem que luta e a briga são coisas muito diferentes. Ao direcionar para um ou outro lado a arte marcial é uma ferramento que pode ser usado como quiser. E até mesmo pode se transforma em uma coisa que não é arte.
Então esta criança sabendo lutar será de grande valia se se tornar um policial. Mas, para esta criança se tornar um policial ele tem que terminar o ensino fundamental e depois terá que terminar o ensino médio e prestar um concurso. Depois de passar no concurso público terá que se formar na própria polícia militar. Depois de todo este percurso ele pode se tornar um policial. Mas, esta mesma criança que está aprendendo a lutar terá mais facilidade para ir para a criminalidade, pois eles começam a participar da criminalidade ainda com pouca idade.
Não tem sentido uma instituição pública paga ou mantida pelo Estado oferecer aulas de luta. Principalmente se o local onde estas instituições se localizam a violência é muito aflorada ou incentivada pela criminalidade. Estas instituições estão ajudando a violência. O Estado paga para prender estas pessoas que ela mesmo está incentivando. Este é um exemplo de mal utilização de dinheiro público. O Estado deve se concentrar em realmente alfabetizar as crianças. Deve motivar a arte como desenho, pintara, música. E deve contribuir muito para a empregabilidade. Mas, usar recursos para ensinar a lutar e manter também a polícia para prender está na verdade fazendo um Estado cada vez mais violento.

domingo, 23 de julho de 2017

Como Saber que Não Será Contratado antes do Processo Seletivo

É exatamente isto que se trata. Você já tem um veredito antes de começar o processo seletivo. Ou seja, a vaga para o emprego não será sua. Verdade! Bem antes do processo começar já podemos prever o que vai acontecer. "Você teve um julgamento justo depois forca." Esta frase foi usada em uma antiga série sobre a segunda guerra mundial. Foi quando um general alemão disse isso para um prisioneiro de guerra. Era uma série volta mais para a comédia. Só que no nosso contexto não tem nada de engraçado.
Em outro texto que escrevi já tem exemplos disto. E aqui neste texto terá mais um pouco deste tipo de atitude que não é ético.
Um indício que você vai ser dispensado é quando você está esperando para ser entrevistado ou qualquer coisa do tipo. Se alguém do processo seletivo der um pequeno tapinha próximo do seu ombro. Pode levantar e ir embora, pois você não conseguirá a vaga. É até um gesto simpático deles, mas tudo isto é para te deixar mais a vontade para dispensar você. Você pode ir bem nos testes, mas aquela gota vai te derrubar. É como um muro branco, enorme. E tem uma única pinta preta. Mas, aquela pinta é que eles irão focar. Mesmo que o muro tenha quilômetros. E todos são assim, mas você foi o premiado a buscar uma outra oportunidade.
Também tem outro indício. Se a ordem das entrevistas forem mudadas. Uma pessoa que chegou depois de você e eles chamaram na sua frente. Aproveite, levanta e vai embora junto com a pessoa. Aproveita para trocar idéia, fazer amizade e etc. Pois, esta troca significa que você realmente foi trocado. Então não perca tempo. 
Quando acontece estas coisas é igual aquele time de futebol que entra em campo só para cumprir tabela. Ele já está desclassificado, mas vai jogar porque o jogo já está marcado, ingresso vendidos....
Provavelmente os selecionadores só continuaram o processo com você para cumprir tabela. Talvez só para dizer que o processo foi difícil para seus superiores, pois tiveram que entrevistar vários candidatos. Também pode ser para justificar a quantidade de pessoas que tem o departamento. E para treinar alguém para fazer os processos seletivos. Ou somente especular a sua vida, tipo de pessoas que gosta de uma fofoca. Mas, o resultado prático é que você foi selecionado para ser excluído! 
 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Deputada! Não Pregue a Violência

Recentemente a deputada federal Benedita da Silva disse em uma reunião de seu partido: “Quem sabe faz a hora e faz a luta; e a minha bíblia está escrito que sem derramamento de sangue, não haverá redenção. Vou à luta, e vamos à luta, com qualquer que seja as nossas armas”. Uma defesa explícita a violência. Algo que um deputado nunca deveria fazer. Quando um político faz uma apologia a violência desta forma tem que ser expulsa da vida política partidária. Pois, a violência em nosso país vem aumentando. E com esta atitude não ajuda em nada uma cultura da paz.
E para piorar ela usa um texto da Bíblia para tentar fundamentar seu iníquo pensamento. O texto em questão pode ser lido no livro de Hebreus, no capítulo 9. Mais precisamente no versículo 22: “E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há redenção.” Neste capítulo nos ensina sobre o sacrifício de Jesus Cristo para salvar a humanidade de seus pecados. Não é um sacrifício para se produzir mais pecados. Se houver este tipo de ensinamento não foi ensinado por Jesus Cristo. Jesus Cristo é conhecido como príncipe da paz. E ele mesmo disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” Este passagem fica no Livro de João, no capítulo 14 e no versículo 27. Este é um dos ensinamentos mais significativos para todos os que realmente desejam paz e desenvolvimento humano para todos.
A paz que o mundo dá é totalmente diferente do que a paz que Cristo oferece, mas parece que esta deputada não entendeu ou quer manipular as pessoas para seu real intento. No capítulo em questão começa explicando como funciona as ordenanças no santuário terrestre. Que também é conhecida como templo. Ensina que estes rituais são uma alegoria do que estava por vir, ou seja, era um simbolismo do sacrifício de Cristo. No versículo 12 está explícito que o sangue em questão é o de Jesus Cristo para uma redenção eterna. No versículo 14 ensina a todos que Jesus Cristo se ofereceu para tal atividade.
As ordenanças feitas nestes tabernáculos que ofereciam sacrifícios de animais eram considerados como o primeiro testamento, o que Cristo fez é o novo testamento. Significa que Jesus Cristo foi o último sacrifício a ser feito deste modo para aniquilar o que nos impedia de um desenvolvimento melhor e perfeito, se nós quisermos.
Este sacrifício que está sendo exposto neste capítulo está descrito no Livro de Lucas, mais precisamente no capítulo 22, do verso 39 a 46. Foi uma atitude solitária no sentido de não ter a participação de ninguém, como uma briga física ou guerra. Então não é legítimo usar este versículo para tentar defender uma luta, uma revolução ou qualquer manifestação parecida, como escrevi no início Jesus Cristo é o príncipe da paz e não da guerra.
Um pouco depois deste acontecimento Jesus Cristo é preso. Nesta ocasião Pedro ataca um deles e corta-lhe a orelha. Um convite para que Cristo se defendesse com agressões contra eles e talvez desse início a uma resistência militar. Talvez com esta atitude, Pedro pensou, agora vamos a luta. E era isto que o povo estava esperando, um libertador soltado. Uma pessoa que estava disposta a derramar sangue, mas Jesus Cristo já derramou todo o sangue que poderia derramar para ajudar a humanidade. Mas, a atitude de Cristo foi outra. Ele curou a pessoa que teve sua orelha cortada.
Se fosse para derramar sangue do jeito que a deputada diz, este era o melhor momento para se promover qualquer violência ou defesa cuja consequência seria o derramamento de sangue. E segundo o que estudamos seria um derramamento de sangue inútil.
E neste sentido a História é interessante, pois foi exatamente isto que ocorreu algum tempo depois. Alguns judeus da época quiseram pegar em armas para se libertar do império romano. Então possivelmente a atitude de Pedro ao atacar os que estavam prendendo Jesus Cristo foi incentivar uma guerra, pois talvez já estariam organizados para este fim. E só precisavem do aval do mestre. E depois de algum tempo consolidaram esta vontade. Só que o império romano estava melhor preparado e também mais numerosos e melhor armados não deixaram que este judeus que queriam a guerra prevalecesse. E tiveram que fugir. Fugindo foram para um local muito alto e a única saída seria descer por cordas e entrar em uma caverna. E foi isto que fizeram. Então os romanos acamparam próximo da caverna, pois a única saída para o judeus seria voltar por onde vieram e enfrentar os romanos. Mas, sem condições para isto resolveram ficar dentro da caverna. E os romanos não quiseram derramar sangue e ficaram acampados ali e esperaram. E o que sabemos é que os judeus que estavam na caverna morreram de fome.
É muita irresponsabilidade usar a Bíblia para promover a violência. Neste capítulo de Hebreus citada pela deputada está escrito que dentro do tabernáculo ou templo estava a arca da aliança. Aliança devemos entender que é para a paz e não para a guerra. E dentro desta arca tinha algumas coisas, entre elas tinha a tábua dos 10 mandamentos. E um dos mandamentos é não matar. E é isto que devemos fazer, é incentivar a paz, motivar a paz. Fazer apologia a paz. Fora disso não é aceitável principalmente para um deputado, seja homem ou mulher.
A paz é muito melhor que a guerra e o derramamento de sangue. É na paz que o ser humano se desenvolve. Gandhi disse: “Eu sou contra a violência porque parece fazer bem, mas o bem só é temporário; o mal que faz é que é permanente.” Um bem temporário é enganação e o mal permanente é retrocesso. Pensar para frente promovendo a paz e o desenvolvimento humano é o que o povo quer que seu representante político faça. Apologia a derramamento de sangue é desnecessário.                         

sábado, 3 de junho de 2017

Emprego: Seleciono para Excluir!

Fui até uma empresa para participar de um processo seletivo. Quando o processo foi iniciado, a pessoa que estava comandando o processo disse que a empresa tem a preocupação de atender bem o cliente para que o cliente sempre volte a comprar e também não negative a empresa. Pois nenhuma empresa séria quer um marketing negativo pelo próprio cliente.
Eu conheço várias filiais e não é esta situação que a gente encontra. Não há esta excelência no atendimento. O atendimento é comum, como qualquer outro lugar. E muitas vezes deixam a desejar. Na verdade, as vezes deixa muito a desejar. Mas, escutei com atenção. E a fala desta selecionadora estava sempre com um olhar reprovador. Já contrariando a própria fala.
Então ela deu duas folhas para cada participante, uma era de dados pessoais e a outra um teste. E deu um tempo para nós terminarmos o teste. Quando foi entregue o teste sem ler ela já foi separando em dois montes. Ficou claro que algumas pessoas já foram eliminadas sem ter seu teste lido ou ter escutado o que a pessoa tem a dizer.  Ou seja, ela teve um “julgamento justo” e depois forca. Julgou o Livro pela capa. Só aqui já vemos que não existe excelência no atendimento, pois não se faz este tipo de julgamento. Empresa que tem esta atitude não pode-se ser considerada séria.
Como ela emprestou a caneta para fazer o teste. Em um determinado momento ela disse que estava faltando duas canetas, pois ela ficou com as tampas das canetas. Ela julgou que alguém tinha roubado as duas canetas, mas para a sua surpresa tinha dois candidatos que estavam terminando a prova. Ela teria que verificar antes de julgar. Ficou claro para todos que ela julga antes de ter um fato concreto. E sua tonalidade de voz e seu olhar era de raiva. Muito reprovadora. Ela forneceu uma péssima imagem da empresa. E acredito que não seja isto que a empresa quer.
Depois ela fez uma dinâmica que perguntava nome, idade, local onde mora, três últimas experiências, e a filial mais próximo de onde mora, se tem uma vaga pretendida ou se está a disposição...
Ela disse também que a empresa só contrata as pessoas para trabalharem próximo de sua residência porque a empresa se preocupa com a qualidade de vida do funcionário. Só que isto não é verdade pois eu conheço várias pessoas que não trabalham na filial mais próximo de suas casas. Então aqui ficou claro que isto é uma forma de eliminar as pessoas.
Depois disso fomos até uma sala que ela disse para nós que passamos no teste, mas não há vagas para o nosso perfil. Se passamos e não somos contratados, significa que não passamos. Isto é lógico e claro. Mais uma de suas mentiras, pois uma empresa que não exige experiência para trabalhar então esta estorinha de perfil não é coerente, principalmente se existem treinamento e integração. E ela se recusou até a falar as vagas que estavam disponíveis. Isto é uma incoerência sem precedente porque se ela pergunta em uma ocasião se temos uma vaga que queremos trabalhar não é sensato esconder a vaga. Mesmo o candidato decidir estar a disposição da empresa. Ela vai estar disponível para uma certa vaga. Que ela tem que saber qual é a vaga para se estar disponível. E mesmo decidir se está ou não disponível. Não tem lógica esconder uma vaga.
Qualquer pessoa que tenha lido um pouco sobre empreendedorismo vai saber que esta atitude é errada. Pois, é comum os autores sobre o assunto usarem uma parte da estória da Alice no País das Maravilhas. Ela perguntou para o gato para onde ela deve ir. Ele respondeu perguntando para onde ela quer ir. E ela respondeu para qualquer lugar e ele disse então que pode pegar qualquer caminho. Com esta estória eles ilustram que a pessoa tem que ter metas, objetivos. E se ela esconde a vaga então ela está totalmente fora de uma atitude empreendedora e está impedindo que os outros a tenham. E para uma empresa que defende que o funcionário tenha a dor de dono, mas sem um espírito empreendedor fica um vácuo enorme entre o que a empresa quer e o que o candidato pode oferecer. Muito ruim isto. O que ficou claro que ela quer excluir mesmo. Se foco não é selecionar para incluir. É selecionar para excluir. Um foco totalmente desumano.
Você conhece o engenheiro que virou sorvete. Ele era bem sucedido em sua profissão, mas decidiu abrir seu próprio negócio e foi fabricar sorvete. Ele abriu mão de várias regalias, inclusive um salário muito melhor do que iria ter. Mas, ele decidiu virar sorvete. E com sucesso! Se ele fosse passar por um processo seletivo com esta pessoa, seria rejeitado, pois ele não tem o perfil para a vaga misteriosa. E se pesquisarmos iremos encontrar vários engenheiros que viraram alguma coisa. Simplesmente decidiram optar em obter ou desenvolver um outro perfil. Com sucesso ou não, mas esta opção é da pessoa. Se vai te sucesso ou não é uma outra questão, mas o desenvolvimento humano não deve ser sacrificado porque uma selecionadora quer excluir. Ninguém vai para um processo seletivo para saber ou perguntar qual é o seu perfil. Existem outros profissionais que fazem isto. E ela não é habilitada para tal. Ela seria uma pessoa que iria fazer um teste vocacional se a pessoa aceitasse tal vocação. É triste.
Foi perceptível que ela estava camuflando uma mentira. Algo que vemos acontecer muito no cenário político hoje em dia. Talvez ela use a uma máxima que diz: mentir com boas palavras. Isto é totalmente antiético, pois a máxima de Kant diz: “Age de tal modo que a máxima da tua vontade possa valer sempre ao mesmo tempo como princípio de uma legislação universal". O imperativo categórico de Kant é mostrar que o exemplo pessoal deve ser um modelo para toda a humanidade. E é exatamente assim que as coisas acontecem. Sempre somos exemplo para alguém. Já pensou se este processo seletivo for um modelo para outras empresas. O preconceito, estereótipo e até mesmo estigma seria algo bom. Contrariando todo desenvolvimento científico relacionado ao desenvolvimento humano.
Então refletindo sobre tudo isto, talvez seja uma das raízes porque esta empresa não consegue ter uma excelência em atendimento ao cliente. Uma empresa séria como esta não aceita um atendimento comum. Pois, já no próprio processo seletivo já não há um excelente atendimento. Estou escrevendo este texto porque considero uma empresa séria e que quer ser a melhor empresa no setor. E como também respeito a empresa acho positivo contar esta experiência para ciência de quem interessar.

Eu tentei enviar esta mensagem para a empresa, mas o e-mail da empresa não comporta um texto assim, pois mesmo obedecendo a quantidade não consegui enviar. Então decidi colocar no blog. 
Só que muitas vez as coisas não param porque.  Para mascarar esta técnica de exclusão esta empresa liga para o candidato excluindo e oferece um trabalho que ele não vai querer e caso queira, pois pode dar errado a análise deles. Então ele simplesmente afirmam que irão atualizar o cadastro. Eles ligam oferecendo um trabalho para não aceitar e caso aceite irão não darão o cargo para o candidato para excluir ele mais uma vez. Se eles ligam para oferecer um trabalho e o candidato aceita é só falar para ele trazer os documentos para começar a trabalhar. Eles fazem têm várias atitudes para excluir. Uma mentira para ser escondida tem que ter outra mentira. E é assim que se procurar mentir com boas palavras. Mas, para mim não são boas. Boas atitudes estão ligadas fortemente com a ética!

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Violência É Palhaçada

Depois de muitas investigações conseguiram prender o Gevalter Friedem. Ele tinha acabado de tentar roubar um grande banco. A negociação foi tensa, pois ele se recusava ser preso pela polícia que rapidamente foi até o local. Conseguiram prender este ladrão graças as investigações de Aristóteles. Este investigador conseguiu seguir cada passo do assaltante, a ponto de descobrir todos os métodos que Gelvalter tinha desenvolvido.
Mas, o investigador Aristóteles não estava satisfeito com a prisão de Gevalter Friedem. Ele queria descobrir porque ele foi para a criminalidade, pois ele era de uma família boa. Pai trabalhador, uma pessoa muito simples, e uma mãe dona de casa. Nunca este casal fizeram nenhuma maldade para ninguém. Então o investigador fez várias visitas ao senhor Friedem para descobrir como foi que ele entrou nesta vida de violência e assaltos.
Ele era um assaltante que roubava grandes bancos. Também gostava muito de assaltar grandes joalherias. Segundo as investigações ele estava se preparando para roubar a rua Oscar Freire. Mas, o sonho dele era roubar a Petrobras e a Vale do Rio Doce. Mas, todos os seus comparsas tentaram desencoraja-lo pois, este tipo de roubo é diferente do que ele está acostumado a fazer. Pois, para este tipo de roubo não se usa revolver, maçarico, bombas.
As ferramentas para assaltar uma empresa do porte de uma Petrobras é gravata e caneta. Muito diferente do que ele estava acostumado a roubar. Mas, ele continuava a estudar a empresa para rouba-la.
O interessante é que durante as entrevistas o Gevalter se mostrava uma pessoa muito simpática e gostava de contar piadas. Das mais variadas circunstâncias ele fazia piada. Ele dizia que gostava de ser palhaço. Só que para realizar suas atividades de roubo a seriedade era muito evidente. Seu otimismo era muito acentuado. Mesmo preso ele estava de bem com a vida. E ele dizia que errou no planejamento do assalto, e que não cometeria o mesmo erro e que não seria pego da próxima vez.
Então Aristóteles perguntou porque ele escolheu estas empresas para roubar. Ele sem demora respondeu que era empresas que tinham muito dinheiro.
- E o que levou você assaltar estas empresas foi só o dinheiro? Perguntou, Aristóteles.
Ele respondeu que sim:
- É que antes destas empresas eu roubava bancos menores e já estava fácil de mais e queria também ganhar mais dinheiro.
Mas, Aristóteles perguntou:
- Mas seria interessante focar em um lugar que você já domina?
Ele respondeu:
-Seria mais fácil, mas eu queria realmente ganhar mais dinheiro, pois é assim que eu faço, pois antes dos bancos eu roubava hipermercado.
Mas, porque parou de roubar hipermercado, ele tem bastante dinheiro. Afirmou Aristóteles.
Hipermercado são poucos e temos que variar o roubou e também eu queria algo a mais que estas empresas já não tinham para mim.
Então, na sua opinião, você estava evoluindo na criminalidade? Perguntou Aristóteles para dar oportunidade dele esclarecer mais sobre o que ele estava afirmando e para conhecer mais como se desenvolveu este modo de atuação.
O senhor Friedem disse:
- Eu nunca pensei desta forma. O que acontecia é que eu estava na roda viva. Quando havia um esgotamento do meu foco, pois eu descobria que existia outras empresas que iria ter mais dinheiro. E também as empresas acabavam se protegendo mais. E eu quero mais dinheiro e também mais facilidade para roubar.
Aristóteles questionou:
- Se você roubava hipermercado significa que antes você roubava supermercado.
Exatamente, respondeu o delinquente e acrescentou:
- Só que o supermercado e mercado estão praticamente no mesmo nível. E nem sempre os assaltos davam grandes lucros então resolvi seguir em frente e deixe estas empresas para lá.
- Então significa que a base para o assalto do hipermercado foi os mercados? Perguntou o investigador. Muito atento a tudo o que ele respondia.
- Sim, respondeu ele com toda segurança do mundo. E acrescentou ainda:
- E a base para o supermercado são os restaurantes, papelaria, cachorraria, lanchonetes, bares. Ou seja, o comercio em geral.
Então Aristóteles mudou um pouco o tipo de pergunta:
- Como então como tudo começou, pois você me parece que não pensava em seguir este caminho.
-Sim, como toda criança que queria ser jogador de futebol, bombeiro ou médico. Mas, uma certa vez eu estava em uma aula e estava brincado de luta com um outro participante desta aula, que era uma aula de muita prática. Então alguém questionou se alí era um local para briga ou luta.
E o professor disse:
-Só pode brigar quando um palhaço for roubar a pipoca de outro palhaço. Então eu pensei na época que se eu fizer palhaçada significa que eu posso roubar. Então se eu posso roubar pipoca. Significa que eu posso roubar a barraquinha do cachorro quente, não só o da pipoca. Também tem a do churros, a e do algodão doce, da batata frita. E tem o pastel da feira. E foi aí que eu comecei, pois se com palhaçada eu posso roubar então vou em frente. Na feira tem muitas barraquinhas para roubar. Mas, na verdade eu comecei com o furto neste local.
- Então você pode afirmar que o professo te incentivou a roubar? Perguntou perplexo Aristóteles a esta descoberta de como se começa a roubar.
-Sim, ele foi o grande incentivador, pois se o professor diz que tem situações que pode roubar. Então eu fui buscar estas situações.
- Mas, foi só por causa dele que você decidiu roubar? Perguntou o investigado, mais curioso ainda.
- Não, respondeu ele.
Com os olhos arregalados, com o tronco levemente inclinado em direção a Gevalter perguntou o que mais então foi importante para sua vida no crime?
- Eu morava em um local onde a criminalidade era bem aceita. Na verdade, era uma forma de ter status. E o professor, que significa o saber propriamente dito. Então eu me aventurei no roubou. E meus pais sempre diziam que eu devia respeitar o professor. E deu certo.
- Como deu certo se você foi preso? Questionou Aristóteles intrigado com o que descobriu com todo este diálogo.
- Eu não vou ficar para sempre aqui. E ao sair vou roubar mais até alguém fazer um filme sobre minha vida. Se eu tivesse nascido no estrangeiro já estaria ganhando dinheiro com um filme da minha vida!  Até nisto o Brasil está atrasado!
Então Aristóteles agradeceu ao Gevalter pela explicação, e foi pensativo para casa sabendo que a semente da violência pode ser um pequeno momento de palavras mal colocadas em um ambiente não propício a violência. Mas, mesmo assim ela pode germinar.