sábado, 19 de março de 2016

Parlamentarismo no Brasil é um Golpe

Antigamente as eleições no Brasil o voto era indireto. No decreto de 7 de março de 1821 regulamentou a eleição dos deputados brasileiros. Provisoriamente Portugal adotou o sistema eleitoral espanhol de 1812, constituição Cádiz.
Esta é conhecida como a primeira eleição geral no Brasil. Esta eleição era formada por quatro partes.
A primeira era os cidadãos que escolhiam os compromissários de cada freguesia. Freguesia era o nome dado a menor divisão administrativa de Portugal em outros países. Estas divisões era chamada de paróquia civil. E cada freguesia tem que ter no mínimo um conselho.
Depois de escolher o compromissário. Estes por sua vez escolheriam os representantes da paróquia, esta é a segunda etapa.
Na terceira etapa, os representantes da paróquia escolheriam os eleitores da comarca.
Somente na quarta instância é que finalmente elegeriam os deputados.
Nesta época não existia título de eleitor. E analfabeto podia votar. Também o voto era aberto. Além do analfabeto, os militares também tinham o direito de votar. O votante tinha que ter mais de 25 anos e ser casado. Também o voto era censitário, ou seja estava associado a economia. Para votar a renda deveria ser igual ou superior a 25 quintais de mandioca, ou seja, 1,5 toneladas. Neste formato de eleição o voto indireto do indireto...
Durante este período, muitas pessoas que queria ser compromissários compravam os votos de seus fregueses. Um agradinho aqui e ali. E ficou conhecida a expressão: Fulano é meu fregues. Vemos que a compra de votos é uma coisa antiga aqui no Brasil.
Já na república brasileira o voto para deputado era direto e secreto. Neste caso foi aperfeiçoado o sistema eleitoral. Mas entre avanços e retrocessos. Em 1978, o voto era para dois senadores, um com voto direto e outro para voto indireto.
Em 19 de novembro de 1980, foi estabelecido o voto direto para governador e senador. Mesmo com o desenvolvimento da democracia em 15 de janeiro de 1985 o presidente civil do Brasil foi eleito com voto indireto.
O voto indireto foi o primeiro utilizado no Brasil, José Bonifácio de Andrada e Silva adotou esta prática que perdurou até 1881. O voto direto foi estabelecido pelo presidente do conselho José Antônio Saraiva que durou até 1964. Durante a ditadura militar o voto indireto foi estabelecido para os cargos executivos.
Em 1984 o deputado Dante de Oliveira a emenda a constituição que o voto para o executivo, para presidente da república fosse direto. A população apoiou esta iniciativa do deputado. Este apoio cuja as manifestações foi conhecido como "Diretas Já". E a população participou intensamente. Mesmo com toda a força da população e do apoio de vários políticos, atletas e artista em 25 de Abril de 1984 foi negada a utilização do voto direto.
Somente na constituição de 1988 é que foi legitimado o voto direto para presidente. Esta foi uma grande conquista para o povo brasileiro. O direito de votar diretamente para o presidente da república no Brasil.
Outro fato importante, foi o plebiscito de 21 de abril de 1993. Neste plebiscito o povo deveria escolher entre república ou monarquia e entre presidencialismo ou parlamentarismo. O resultado foi:
República: 66,28% dos votos válidos
Monarquia: 10,26% dos votos válidos
Presidencialismo: 55,41% dos votos válidos
Parlamentarismo: 24,79% dos votos válidos
O povo foi sábio e coerente com esta escolha pois lutou muito para que o voto direto fosse estabelecido para os cargos executivo e legislativo.
Hoje voltou, por partes de alguns políticos, o pensamento que o parlamentarismo seria uma opção melhor do que o presidencialismo no Brasil. Esta atitude destes político é contrária o que o povo historicamente lutou para conquistar, o voto direto. O voto direto significa que o povo vota diretamente não só no candidato, mas quem vai exercer o poder de presidente, por exemplo. Votar em um presidente que escolhe outra pessoa para exercer o poder constitucional é uma forma de voto indireto. Pois, no parlamentarismo quem manda é o primeiro ministro. Esta opção é retrocesso no desenvolvimento político no Brasil.
Se estes políticos fossem realmente representantes do povo brasileiro iriam querer aperfeiçoar a democracia, pois iram defender que o povo votasse também para a presidência da câmara dos deputados federais e também para a presidência do senado. Esta seria conhecida como triplice-voto.   
Atualmente o Brasil vive uma parlamentarismo camuflado, pois todos sabem que o presidente anterior é que tem grande influência na gestão atual. E este é um dos motivos que o Brasil se encontra em uma grande crise. Crise esta que tem proporção astronômica, pois é uma crise política, social, econômica e judiciária.
Com as atuais investigações e prisões que vem acontecendo no Brasil, e estas investigações e prisões devem continuar acontecendo para o bem social de todos. Desde a época do mensalão estas investigações vem mostrando que a corrupção é o criador de muitas das crises que o Brasil vem passando, dificultando a vida de todos os brasileiros de bem.
A dificuldade de continuação deste parlamentarismo camuflado. Inclusive, faltou uma melhor reflexão no governo anterior a este, pois com a sua mudança ideológica jogou fora toda um história de combate a corrupção. O que está ficando claro para o povo que todo discurso que era feito contra a corrupção era somente um discurso. A intenção era praticar e aumentar a corrupção. Mas, nesta melhor reflexão, talvez faltou ver o outro lado da moeda, talvez deveriam ter dado voz ao contraditório. Também, o que podemos perceber é que faltou estudar mais, ler mais. Isto é notório!
Como este parlamentarismo camuflado está preste a ruir e até mesmo com mais prisões e afastamento. O governo atual então que nomear o presidente anterior como ministro.
É simplório que estão afirmando que esta manobra iníqua é para escapar do judiciário, enfraquecendo sua atuação. É notório que com a nomeação do ex-presidente como ministro é uma transição deste parlamentarismo camuflado para um parlamentarismo mascarado. Com este parlamentarismo camuflado já estamos vivendo um golpe. Com o parlamentarismo mascarado só é a sua evolução. Então depois só virá o golpe definitivo. E será uma barbárie!
Quando se afirma que o impeachment é um golpe estão na verdade revelando o que está no inconsciente. Estão revelando quais são seus intentos. O de um golpe na população brasileira!

http://www.sul21.com.br/jornal/eleicoes-2014-historia-do-voto-no-brasil/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Freguesia
http://www.coladaweb.com/politica/eleicao
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/diretas_ja.htm
http://www.significados.com.br/parlamentarismo/
http://www.politize.com.br/leis/sistemas-de-governo-1-o-parlamentarismo/
http://www.tse.jus.br/eleicoes/plebiscitos-e-referendos/plebiscito-de-1993
http://www.justicaeleitoral.jus.br/arquivos/plebiscito-de-1993

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Justiça Para os Ruins

Um livro que deve ser lido, estudo, ampliado e até mesmo criticá-lo é o clássico: A Republica de Platão. O livro nos indaga com uma pergunta muito importante e atual: O que é justiça? Entre várias definições, Sócrates esclarece a reflexão sobres este tema é importante e complexa. E na minha opinião é um tema, além de atual, está aberto para muitas outras ponderações.
Algo que ouvimos muitos afirmar constantemente em nossa sociedade é que não se faz justiça. Outros afirmam que a justiça é tardia mas não falha. Que a justiça é cega. Outros afirmam que a justiça é míope. Também tem aquela fala do povão que a polícia prende e a justiça solta.
Já no livro de Platão muito se fala sobre justiça. É considerado um tema de muita importância. Uma das definições é: Justiça é fazer bem aos amigos e fazer o mal aos inimigos. Podemos considerar que quem é amigo do estado tem sua justiça garantida, já os inimigos não. Este é um pensamento lógico. E que é esperado por muitos.
É lógico o debate sobre justiça no livro A Republica vai mais mais além, Sócrates que é um dos debatedores faz muitas análises importantes. E observa que esta definição é falha. Porque não sabemos se uma pessoa é realmente o nosso amigo. E amigos também podem fazer coisas erradas....E com esta reflexão podemos então perguntar: O que é amigos?
É lógico que não devemos fazer mal a ninguém.  Mas, por horas, vamos considerar esta definição de justiça. Fazer o bem para os amigos e fazer o mal para os inimigos.
Maquiavel também pensou assim ao dizer: "Aos amigo os favores, aos inimigos a lei". Já Getúlio Vargas também diz assim: "Aos amigos, tudo; aos inimigos, os rigores da lei." Talvez eles só leram o começo do livro e consideraram esta definição suficiente para aplicação. Aqui cabe outra mais uma pergunta: Este tipo de pensamento é de quem gosta de ter o poder em suas mãos? Eles não percebendo que havia muita riqueza no restante do livro. Ou talvez eles eram tudo, mas optaram por esta definição. Aqui fica o convite de ir mais além das páginas iniciais do livro do Platão.
Hoje em dia, aqui no Brasil, esta definição é usada de forma contrária, pois quem é amigo do Estado nem a lei tem direito de ver seu comprimento. Já o inimigo tem mais chance de ter justiça a seu lado. A justiça então se definiria assim: Aos amigos o não cumprimento da lei, aos inimigos a lei. Talvez esta seja a definição do pessoal dos direitos humanos.
Por exemplo, um cidadão de bem, que paga seus impostos não consegue uma consulta médica. Já o que comete crimes tem. E se for político corrupto tem a sua disposição os melhores médicos. Muitos trabalhadores ganham menos ou o mesmo que um criminoso que tem direito a um salário para a sua família. Significa que atualmente o roubo é uma forma de trabalha e que ladrão virou profissão. O que faria Sócrates neste contexto atual? Com certeza ele diria que a Grécia era muito mais sofisticada do que o Brasil.
Mas não para por aí esta frase tem um variante que também merece nossas considerações. Que é: aos amigos tudo! Aos inimigos, os rigores da lei. Esta variação é muito interessante, pois este tudo para os amigos podem se configurar em corrupção, pois vou dar todo o favorecimento para o meu amigo. E para os inimigos os rigores da lei pode se pensar assim que não sou contra a pessoa, pois se ele cumprir ele vai ter o que merece.
Me perguntaram até que parte o Molusco leu este livro. Eu respondi que nenhuma parte, mas disseram a ele que o líder pode mentir.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Você Vai Casar Comigo

Como de já era de costume Vera foi feliz para a escola. Chegando lá, sentada em seu lugar lembrou que não tinha material escolar. E todos os outros alunos tinham seus materiais. Tempo difíceis, o preços de tudo aumentava com frequência. Era a famosa, impiedosa e injusta inflação. Então, a escola fornecia o material escolar. Mas, demorava muito. Principalmente para uma criança. E convenhamos não pode haver nenhum tipo de demora nestes casos.  Como Vera estava cansada de esperar, teve uma grande ideia. Ela pensou:
- Eu posso trabalhar!
 Essa ideia ocorreu quando ela tinha 7 anos de idade. Perto da sua casa havia uma fábrica. Sua ideia brilhante era ir até a fábrica e pedir um emprego. Muito animada com a ideia, foi toda animada para a fábrica pedir emprego. Chegando lá conseguiu falar com uma pessoa importante da fábrica. Explicou que não tinha material escolar e que com o trabalho ela poderia comprar todo o material. E com o material poderia participar melhor das aulas. E também poderia desenhar e pintar lindos desenhos que só uma criança saber fazer. Na verdade a criança não desenha ela sonha com os lápis de cor.
Então a mulher perguntou aonde Vera morava e foi até a casa dela conversar com seu pai. Neste diálogo foi combinado que Vera iria trabalhar na fábrica sempre com a supervisão dela. E sempre Vera fica do lada dela. Ela cuidava muito bem da Vera. Não deixava a Vera por nada. Aonde ela ia a Vera iria com ela.
O Tempo passou a Vera foi registrada e continuou a trabalhar nesta fábrica. Todos gostava muito dela. Mas, a Vera queria ganhar mais e depois de muitos anos aceitou um emprego de vendedora.
No instante que entrou na loja para conversar com o gerente, um vendedor disse que iria casar com ela. Ela pensou:
- Que cara louco! Nem me conhece.
E ele era insistente, era quase uma perseguição. Ele estava sempre por perto. Mas, existia concorrência, um outro vendedor também estava gostando da Vera. E ela conversava com os dois, pois ela não estava interessada em nada mais que conversas sadias com todas as pessoas. Trocar ideias é muito legal.
Próximo da loja havia um parquinho, Vera e os dois vendedores resolveram ir até este lugar. E ambos queria pagar a pipoca para ela, e como não houve um acordo, brigaram. E a Vera ficou triste com o acontecimento. Eles eram dois amigos dela e nada mais.
Então ela foi embora, pegou o ônibus e foi em direção a sua casa. O vendedor que queria casar com ela. E não se cansava de repetir. Pegou eu fusca bala e foi atrás do ônibus. Como não conseguia fazer o ônibus parar, ele deu uma fechada causando um pequena batida em seu carro. No ônibus não houve dano algum. Então ele disse:
-A minha mulher está neste ônibus. Eu quero que ela desça agora.
Olhou para ela e disse:
-Desce agora do ônibus. Sou eu que vou levar você para casa.
Ela sem saber o que deveria fazer. E não querendo atrapalhar ninguém. E o ônibus precisa partir. Desceu e entrou o fusca e deixou ele levar ela para casa. Chegando lá, ele disse que não queria nada com ele. E foi para o seu quarto.
E ele disse para o pai da Vera:
- Não saio desta sala até a Vera vir falar comigo. Eu vou me casar com ela.
Depois de um tempão, falaram para ela conversar com ele e resolver a situação, pois todos queriam dormir, pois já era tarde. A Vera já estava em seus aposentos, mas para o resto da família não.
Então ela resolveu ficar bem desarrumada para falar com ele. Mas, nada fazia ele desistir. Ele queria casar com ela.
Depois de muita conversa, resolveram namorar, já com intensão de casar. E também já se preparando para tal.
Mas, a loja onde trabalhavam não permitia que este tipo de relacionamento. E queria mudar um dos dois de loja, a transferência era preciso, inevitável. E ele não queria nem pensar em ficar longe da Vera.
Do lado desta loja havia uma outra loja concorrente, então ele pediu as "contas", pediu demissão e foi trabalhar nesta loja. Mas ele fica sempre na frente da loja olhando para a Vera. E ia até lá de vez em quando para conversar com ela e até ver se ela estava trabalhando direito.
Depois de alguns meses se casaram. E são mais de trinta anos de união. Ela tem dois filhos um deles se o ano passado. E fez a festa de formatura este ano e o outra também está terminando a faculdade.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O Habilidoso Garrincha!

Mané Garrincha estava se preparando para mais uma partida de futebol. Defender a seleção brasileira é o sonho de todo jogador dedicado. É considerado o auge da carreira. Muitos atletas se preparam muito para conquistar este feito. E se jogar bem vai ser considerado um herói nacional. E Garrincha estava ciente de tudo isso. E tinha muito talento para ser um excelente jogador de futebol. Podemos considera-lo um dos melhores do mundo. Então foi dito que ele deveria fazer uma coisa muito fácil, ao receber a bola. Deveria driblar todos os jogadores ir até a linha de fundo e cruzar a bola para o Pelé fazer o gol de cabeça. Então garrincha ironicamente perguntou: - Você já combinou isso com os adversários?

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Papai! Eu quero a lua de presente!

Em um reino muito... muito distante... Depois de um grande vale! Onde a natureza era formosa e fantastica. Havia um rei muito... muito preocupado. Sua filha estava fazendo aniversário. O rei querendo agradar sua querida filha perguntou: - Eu lhe dou tudo o que seu coração quiser, seu aniversário é a coisa mais importante deste reino... - Seu coração quer alguma coisa? - Sim! - Disse princesa. - Então o que você quer de aniversário? - Quero a lua. Disse a princesa muito animada com seu pai. Dando pequenos pulos e batendo fracas palmas. Com um grande sorriso. Depois do sorriso, ela levemente se inclinou em direção a seu pai e arregalou os olhos demonstrando expectativa. Como rei queria impressionar a princesa disse que daria a lua para ela. Então, o rei foi rapidamente para seu trono e chamou o conselheiro real. O conselheiro do rei sempre estava ajudando o rei nas mais variadas situações. Mas não sabia que este era o maior desafio da sua vida. E o rei disse: - Minha filha está fazendo aniversário. Vou fazer uma grande festa, e a minha filha pediu de aniversário a lua. - A lua? - disse o conselheiro arregalando os olhos... Impressionado com o pedido do rei e da princesa. - Sim! A lua! Disse o rei. - Mas, é impossível... - A lua fica a 55.000 quilômetros daqui... é maior que o quarto da princesa. Além de ser feita de cobre. - Conseguir a lua?... é impossível! Então o rei falou: - E agora? Então rei pediu ele sair da sala. Dispensou sua ajuda e mandou chamar o sábio real. O sábio real cuidava dos livros do reino. Era na biblioteca que havia todo conhecimento do reino. E o rei imaginou que o sábio deveria ter lido algo a respeito. Se os gregos tinha calculado o raio da terra, então o sábio deve saber muito sobre a lua. Quando o sábio do reino soube do que o rei queria ficou branco como a lua. Então, o sábio disse: - Mas, é impossível... A lua fica a 250.000 quilômetros daqui... é maior que esse palácio . Além de ser toda feita de queijo. O rei ficou muita preocupado e pediu para ele se retirar. Depois, chamou o matemático real. Como o matemático real sempre estava fazendo as contas dos impostos, e das fases da lua para a plantação real. E fazia contas também das colheitas. Considerou que ele teria a resposta para a questão que estava desafiando todo o reino. Então o matemático real disse: - Mas, é impossível... A lua fica a 500.000 quilômetros daqui... é maior que todo esse reino. Além de ser toda feita de cimento. Deve pesar muitas e muitas toneladas. - Conseguir a lua?... é impossível! O rei ficou muito triste e não sabia o que fazer pediu para que ele também se retirasse da sala. Depois chamou o bobo da corte. O bobo chegou alegre e saltitante... Era a única pessoa em todo o reino que podia contrariar o rei. E ainda o rei dava risada. O bobo da corte fitou o rei e observou que o rei estava apreensivo, algo estava incomodando o rei. Sabia que festa de aniversário da princesa estava se aproximando, e isso era o assunto de todo o reino. Então pegou o seu alaúde e fez de improviso uma pequena canção que incentivava o rei perguntar para a princesa sobre o seu aniversário. Muitas das resposta estão em nós mesmo. A questão é descobrir de que tamanho a princesa acha que a lua é, e a que distância se encontra. E a princesa devia ter a resposta. O rei pediu para que o bobo da corte se fosse embora e foi correndo perguntar para a princesa. Chegando nos aposentos da princesa, ela disse: - Você trouxe a lua para mim? - Ainda não? Mas vou consegui-la. - Filha! De que tamanho você acha a lua é? - Ah! A lua é um pouquinho menor que a unha do meu dedo... Fazendo o sinal de positivo para a lua, igual ao pintor real. Que fez um lindo quadro da lua. Que o rei colocara no salão principal do castelo. - Porque quando a coloco na frente da lua, o dedo cobre direitinho... - E a que distância ela fica? - Não fica muito longe... As vezes fica presa nos galhos mais altos dessa árvore do jardim real. Então é só alguém subir lá e pegar a lua para mim. - Ah! Mais uma coisa... A lua é feita de quê, princesa? - Ah! Papai... a lua é feita de prata, é claro. Veja o brilho dela! O rei então foi correndo até o joalheiro real e pediu-lhe que fizesse uma luasinha redonda de prata, só um pouco menor que o polegar da princesa. Depois pediu que a pendurasse numa corrente, para que a princesa pudesse usá-la no pescoço. Porém, o rei continuava muito... muito preocupado. Então, o rei logo chamou o conselheiro real. - Precisamos esconder a lua, disse o rei. - Se a princesa ver a lua no céu vai descobrir que não pegamos a lua para ela. - Você precisa impedir que a princesa veja a lua brilhar no céu novamente. Pense em alguma coisa. O conselheiro pensou... pensou... e depois falou: - Já sei! Ordene que a noite não saia do seu quarto e que tem que ficar com a janela fechada. O rei ficou muito pensativo: - Vou ter que impedir a minha filha de participar de sua própria festa de aniversário? E as outras festividades? É impossível fazer isso! O rei ficou mais preocupado e sair pediu para ele da sala. Depois chamou o sábio real. - Precisamos esconder a lua, disse o rei. - Se a princesa ver a lua no céu vai falar que não presenteamos a lua para ela e vai ficar muito triste e isso eu não posso admitir... O sábio pensou... pensou... e depois falou: - Já sei! - Vamos fazer grandes cortinas de veludo negro para colocar em todas as janelas palácio assim ela não poderá ver a lua. O rei ficou muito espantado com a sugestão do sábio: - Assim o ar não vai entrar e vai ficar muito quente. É impossível fazer isso. E se ela der uma espiadinha? Então o rei ficou muito mais preocupado e mandou ele sair da sala. Depois chamou o matemático real - Precisamos esconder a lua, disse esperançoso rei. - A princesa não pode ver a lua no céu nunca mais. Pois o artesão já fez o presente. - Você precisa impedir que a princesa veja a lua brilhar no céu. Pense em alguma coisa rápido. O matemático pensou... pensou...calculou..calculou... e depois falou: - Já sei! Vamos soltar fogos de artifício todas as noite no jardim real assim ela não vai enxergar a lua com tanto brilho no céu. O rei ficou perplexo, disse: - Com essa barulheira toda ninguém vai conseguir dormir. E isso vai custar muito caro. E vou ter que aumentar os impostos. E isto eu não quero fazer. E o dia que não conseguirmos usar os fogos de artifícios, ela vai descobrir. O rei desanimado pediu ele sair da sala. Então, chamou o bobo da corte. Para ele alegrar o rei, pois a situação estava mais difícil. O bobo chegou alegre e saltitante como sempre... . Ao entrar na sala percebeu que o rei estava triste. E sabendo que o aniversário da princesa estava se aproximando, deduziu que este era o problema que estava preocupando o rei. Então com o seu alaúde, como aprimorou a musica que tinha feito anteriormente. E tocou e cantou para o rei. Como esta sugestão o rei foi até os aposentos da princesa. Ao entrar a princesa perguntou sobre a lua. Então o rei disse a princesa: - Se eu der a lua para você, meus súditos irão ficar sem a lua. E eles precisa da lua para iluminar a noite. E o que eu faço minha filha? A princesa olhou e riu... -Ah! Papai sempre preocupado com o reino. -Então não sabe? -A lua é como os dentes de leite... - Quando um cai outro nasce no lugar!

domingo, 25 de outubro de 2015

Plantando a Corrupção!

Plantando a Corrupção!

Plantando a Corrupção! A corrupção é um dos grandes problemas no Brasil. Poderíamos falar do mundo, mas o Brasil neste sentido vem demonstrando uma grande capacidade em praticá-lo. E a corrupção é crescente e ativamente participante nos mais variados contexto social. Este assunto é complexo e desafiador. Um dos indicativos que existe em uma sociedade onde a corrupção está em todo lugar é a grande quantidade de lei que se é obrigado a fazer para tentar frear este problema sério. Poderia usar o termo combater, mas esta fase já passou, pois a corrupção veio pressionando até derrubar o "muro" da moral. Outro termo que ficou desatualizado é o termo inibir. Depois que a corrupção se vinculou ao ser esperto, não tem o porquê pensar assim. O marketing conseguiu mascarar muito bem a corrupção. Vou fazer isso e ponto. Eles que provem que estou errado. Nesta fase o que você fala não é tão importante de que como você fala. A ética também foi defendida de outra forma. Foi adaptada a situações que dificilmente se consegue perceber. Seguindo a derrubada do "muro", pois a moral está longe de ser praticada. Pois, a corrupção também exige uma suposta coerência. Então usei o termo frear, mas já sabendo que também é um termo superado, pois a força da inércia faz que seja necessário um freio mais forte. E este freio também não conseguiu nem diminuir a velocidade. A corrupção vem com toda força. A corrupção é tão forte no Brasil que muitos já estão preparados para usufruir de seus supostos benefícios. É comum muitas pessoas dizerem:
— Todo político é ladrão. Não tem jeito, então se eu estivesse lá também roubaria.
É lamentável este tipo de pensamento, pois neste cenário é difícil uma mudança real. Mas, todos querem que o Brasil mude, pelo menos o cidadão comum. Mas porque a corrupção cresce abundante no Brasil? Existem várias aspectos que devem ser considerados. Que existem vários seres humanos que refletem e suas opiniões acertadas estão a disposição de todos. Mas quero contribuir. Existe uma definição confusa sobre este tema e suas influências. É como um vegetal. Existe vegetal que são consideradas ervas daninhas, mesmo elas tendo flores. E a mesma planta em outro lugar, outro país por exemplo, não é considerado erva daninha. E nestes lugares existem pessoas bem formadas que defende a sua posição. Uns afirmam que é erva daninha e outro não. É lógico que este exemplo é só para ilustrar que esta confusão pode ser usado por muitos com má fé para de alguma forma locupletar-se. E com este modo de pensar em relação a ganhar benefícios, pode-se usar várias atitudes entre elas a corrupção, mas camuflar é uma opção muito usada. E com seus oradores para defender seus pensamentos. Esta confusão é um dos indicativos que podemos perceber que contribui para a existência da corrupção até mesmo seu desenvolvimento. Mas esta confusão não é seu apogeu. Mas é o seu potencializador! Nós estamos na época de pessoas erradas em cargos certos. Esta é a questão do momento! Por exemplo, um cargo certo é a profissão de juiz de direito. Já imaginou uma sociedade sem esta profissão e seus parceiros? Sem advogado, promotor....O que teríamos é muita injustiça. Uma sociedade sem jornalista? A importância da informação e de sua divulgação é imprescindível. Sem cientistas das mais variáveis áreas do conhecimento? Como desenvolveríamos e refletiríamos sobre tudo.... Professor, pedagogo, filósofo, policial e médico nem vou tocar no assunto, pois não precisa. Todos sabem da sua importância. Os cargos em sua grande maioria são certos, o que é errado é a pessoa que exerce este cargo. Pessoas erradas em cargos certos é uma catástrofe comparável a erupção de um vulcão, um terremoto ou maremoto.... Também podemos comparar com uma epidemia! Talvez esta comparação é melhor!

Vamos a uma ficção. Embromeiro era uma pessoa muito simpática. Fazia amizade muito fácil. Era uma pessoa muito simples, de uma família também simples. Ele vinha conversar com um estudante, uma pessoa que gosta do conhecimento. Sempre estava pesquisando algo. E Embromeiro vinha conversar sobre ciência e atualidades. Como era a ciência e o que tinha a oferecer, pois as conversas iniciais despertou a sua curiosidade. No começo era só conversar sobre ciência. Depois o foco não era mais esse. Já era ganhar conhecimento sem pagar, a amizade se transformou em interesse. Na verdade, nunca houve amizade por parte do Embromeiro. Amizade que nunca existiu! Talvez esta é uma outra confusão que existe hoje em dia! Embromeiro já experimentou drogas e até chegou a usar armas, pelo menos é o que dizem. Depois de algum tempo foi percebido pelo estudante que ele queria tirar proveito de tudo, principalmente para dinheiro e status. Mas de maneira errada. Então o estudante começou a conversar sobre questões éticas. Para ver se conseguia salva-lo do vício da corrupção. Com muito esforço ele começou a entender, mas sua tendência era usar da mentira para conquistar seus objetivos, e o pior é que ele gosta de mentir. É como se fosse um vício. Sempre como uma mentira preparada e o pior é que ele também atuava, era um verdadeiro ator, fingia muito bem. Estava tudo dando certo, mesmo com algumas derrapagem, algumas quedas, que quem vive está sujeito. E como Embromeiro não entendia muito bem o que era ética na prática, contava seus feitos para o estudante, mas como a sociedade aceita certas coisas, como a esperteza, ficou mais difícil me fazer entender, e como ética é um assunto polêmico pode confundir as pessoas. Então Embromeiro se sentia um vitorioso. Quando estava as coisas caminhando bem, ele assistiu um curta metragem, acho que o nome é, o homem que fala javanês. É um curta muito bem produzido. Gostoso de assistir, os atores são excelentes. Neste curta, conta a história de um senhor que tem um livro escrito em javanês e que contratara uma pessoa que finge saber que sabe javanês e engana muito bem este senhor e se dá muito bem. O estudante percebeu que este filme ajudou Embromeiro a aceitar o que a moral e a ética é extremamente relativa. E que se fosse para ele se dar bem, não tem mal nenhum nisso. Nesta questão foi conversado muito sobre o assunto. Ele querendo defender e o estudante ensinava que é uma postura anti-ética. Mas como ele levava estas conversas para outras pessoas e estas outras pessoas era mais importante, pois o estudante só servia para conversar sobre assuntos que ele não encontrava pessoas para conversar. Não há muitas pessoas interessadas em conversar sobre o conhecimento. Resultando em uma amizade anti-ética, então não era um amigo. Sua tendência em mentir era muito forte. Mas, estudante conseguiu um suposto sucesso. Foi naquele momento uma vitória importante. Daí ele conheceu o livro de Maquiavel, O Príncipe. Neste livro ajudou o Embromeiro a continuar atuando. A hipocrisia não o em como dava mais. O estudante tentou conversar sobre este assunto, mas ele afirmou que se não matar, roubar e traficar está tudo bem. Depois de algum tempo, ele conheceu a história de um professor de sucesso, que se descobriu professor em um seminário na sua juventude, onde ele mentiu para conseguir sentir-se bem, para prolongar mais este momento. Então sua tendência que lhe dava prazer se transformou em uma decisão racional. O estudante tentou trazer para ele algum conhecimento religioso. Era uma tentativa de trazer a moral e a ética para a sua vida, mas como muitos religiosos mentem para ganhar dinheiro, é assim que Embromeiro vê as religiões. E como disseram para ele coisas mentirosas sobre religião e principalmente sobre o cristianismo, ele descartou este tipo de conhecimento rapidamente. O estudante tentava levar ele para o bem, mas outros faziam a sua cabeça para ele ir para o mal. Na cabeça dele, pessoas honestas são pobres e sem status... Ele tinha uma teoria da corrupção com o curta metragem do homem que falava javanês. Tinha em Maquiavel a reflexão. Também tinha a história mal interpretada do professor. Tinha também exemplos de religiosos e políticos que ganhavam muito dinheiro. Considerando também outras pessoas mais simples que também contara a ele seus exemplos de mentira que resultava em um suposto sucesso. Foi o caminho que decidiu trilhar! Talvez tenha algum suposto professor envolvido. Talvez alguém que acredita que as coisas têm que ficar ruim para depois ficar boa. Ele, se não é, vai ser uma pessoa errada em cargo certo. E o que o Brasil não precisa é de pessoas erradas em cargos certos. Pessoas assim nunca podem ser um líder. Liderança é para pessoas que baseiam suas vidas em valores e integridade. E verdadeiros líderes estão escondidos por aí. Não tem oportunidade de crescimento, pois não são corruptos. Se o Brasil quiser combater eficiente e eficazmente a corrupção. É este o ponto. Pessoas erradas não podem estar em cargos certos. Atualmente vemos muitos exemplos de pessoas erradas em cargos certos! E a confusão é total, a injustiça está presente em todo lugar. "Quando o iníquo governa o povo pranteia." Talvez podemos classificá-los com deslíderes!

domingo, 30 de agosto de 2015

Os Quatros V. Mais Um.

Quando entramos em uma loja de roupas observamos que há várias formas de exposição. Uma delas é uma mesa, em algum lugares junto a mesa há um banco também. E nesta mesa é colocada várias peças de roupa. Com um preço convidativo. As empresas que usam este modo de exposição utilizam como estrategia os quatro V. É uma proposta de marketing para aumentar as vendas deste produto. O primeiro V é Variedade. Nesta mesa é colocada várias peças de roupa, porque a variedade ajuda o cliente em sua escolha. Não tem sentido colocar uma mesa cheia de roupas iguais. Se isto acontecer dá a impressão que não estão conseguindo vender então colocaram lá. Então a variedade é importante Principalmente quando a várias cores, tamanho e tipo. O outro V é o volume, este item também é importante porque quando se tem poucas peças dá a impressão que são peças de roupas que não conseguiram vender então colocaram na mesa para expor e se der sorte vender. E isso é o que o pessoal do marketing não quer. Então a quantidade destas peças de roupa é importante. O próximo V é o visual. Para esta mesa de exposição de peças de roupa ser convidativa necessita também de um visual, as roupas tem que estar dobradas e organizadas em pilhas. Para formar estas pilhas devem considerar cores e tamanhos. Roupas jogadas demonstra que a empresa não está muito preocupada em vender. Está expondo por expor. Se vender vendeu se não vender, tudo bem. E esta impressão não ajuda as vendas e também não contribui para o cliente fazer a sua escolha. O último V é o valor. O valor também tem que ser convidativo. Preços elevados não são utilizados neste tipo de exposição. O preço deve ser um convite para o cliente não pensar muito e comprar logo. Pegou e levou. E se a roupa for de qualidade é atrativo a mais que vai convidar o cliente a voltar para comprar mais. Então na verdade são cinco V e não somente quatro. Todo este trabalho para o cliente não voltar é um trabalho oneroso e sem propósito. Então estes quadro Vês tem que resultar em o quinto V, que é a volta do cliente. O voltar, pois se não voltar não tem sentido todo este trabalho.